A Tailândia encontra-se num cruzamento de rotas na Ásia. Durante séculos, pessoas da China, do Laos, do Camboja, da Indonésia, da Europa e de outros lugares passaram pela Tailândia e muitas delas se estabeleceram ali. Essas pessoas trouxeram os pratos típicos de sua terra natal, e os sabores e aromas dessas diferentes comidas se tornaram parte da culinária da Tailândia.
Há muito tempo, não se sabe exatamente quando, viajantes da Índia ensinaram os tailandeses a usar o caril (curry) ao cozinhar. No século 16, os portugueses introduziram pimentas e talvez tomates. Hoje, a gastronomia tailandesa é bem diversificada, mas a maioria das refeições inclui uma variedade de pimentas amarelas, verdes e vermelhas com pastas de caril dessas mesmas cores. Essa combinação de caris e pimentas dá à culinária tailandesa os ricos sabores característicos das comidas orientais.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Experimente a culinária da Tailândia
DO REDATOR DE DESPERTAI! NA MALÁSIA
AO PASSEAR por uma rua movimentada em Bangcoc, Tailândia, pode ser que de repente você se sinta atraído por um aroma irresistível. Ao ar livre, bons cozinheiros estão preparando pratos típicos da culinária tailandesa. Depois de sentir os cheiros tentadores e ver as cores atraentes dessa deliciosa comida, você talvez sinta muita vontade de experimentá-la.
O atrativo da cozinha tailandesa está na combinação de ervas, raízes, folhas e sementes, todas cuidadosamente selecionadas. Essas produzem uma mistura de aromas e sabores doces, azedos, salgados, amargos e apimentados, que tornam muito difícil passar por perto sem ao menos provar um pouco. Como a Tailândia chegou a ter uma culinária tão incomum? A resposta está num passado distante.
AO PASSEAR por uma rua movimentada em Bangcoc, Tailândia, pode ser que de repente você se sinta atraído por um aroma irresistível. Ao ar livre, bons cozinheiros estão preparando pratos típicos da culinária tailandesa. Depois de sentir os cheiros tentadores e ver as cores atraentes dessa deliciosa comida, você talvez sinta muita vontade de experimentá-la.
O atrativo da cozinha tailandesa está na combinação de ervas, raízes, folhas e sementes, todas cuidadosamente selecionadas. Essas produzem uma mistura de aromas e sabores doces, azedos, salgados, amargos e apimentados, que tornam muito difícil passar por perto sem ao menos provar um pouco. Como a Tailândia chegou a ter uma culinária tão incomum? A resposta está num passado distante.
Achego familiar
Sem dúvida, os benefícios maiores que vêm da cozinha têm a ver com o achego e os valores da família. Talvez tenha observado que em algumas famílias hoje em dia, cada membro está ocupado com as suas próprias atividades sem ter muito contato significativo com os demais. Em tais circunstâncias, o lar se torna simplesmente um lugar para comer e dormir. Em contraste com isso, quando os membros da família cozinham juntos, é mais provável que comam juntos e limpem a cozinha juntos. Essas coisas criam oportunidades regulares de comunicação, de interação e de manter-se em contato. “Tive algumas das minhas melhores conversas com meus filhos junto à pia da cozinha”, lembra-se certa mãe. E Hermann, um pai cristão, acrescenta: “Ficamos de propósito sem máquina de lavar louça durante anos, de modo que a louça tinha de ser lavada e enxugada manualmente. Os nossos filhos eram designados a enxugar a louça, em rodízio. Não havia ocasião melhor para uma comunicação casual.”
Sem dúvida nenhuma, o tempo que você passa com seus filhos na cozinha — semana após semana, ano após ano, — cria um terreno fértil onde brotam valores espirituais e qualidades piedosas. São nesses momentos descontraídos de achego que podem surgir de forma natural conversas mais profundas entre pais e filhos, e em que o exemplo dos pais pode influenciar gradualmente o coração da criança. Esse ensino pode beneficiar a criança por toda a vida, pois Provérbios 22:6 diz: “Educa o rapaz segundo o caminho que é para ele; mesmo quando envelhecer não se desviará dele.”
Assim, se você, como pai ou mãe, está procurando maneiras de gastar mais tempo com os filhos, por que não os convida para ajudá-lo a fazer um bolo ou preparar uma refeição? Poderá descobrir que trabalhar com eles na cozinha é uma maneira de alimentar não só o físico, mas também o vínculo de união na família.
Sem dúvida nenhuma, o tempo que você passa com seus filhos na cozinha — semana após semana, ano após ano, — cria um terreno fértil onde brotam valores espirituais e qualidades piedosas. São nesses momentos descontraídos de achego que podem surgir de forma natural conversas mais profundas entre pais e filhos, e em que o exemplo dos pais pode influenciar gradualmente o coração da criança. Esse ensino pode beneficiar a criança por toda a vida, pois Provérbios 22:6 diz: “Educa o rapaz segundo o caminho que é para ele; mesmo quando envelhecer não se desviará dele.”
Assim, se você, como pai ou mãe, está procurando maneiras de gastar mais tempo com os filhos, por que não os convida para ajudá-lo a fazer um bolo ou preparar uma refeição? Poderá descobrir que trabalhar com eles na cozinha é uma maneira de alimentar não só o físico, mas também o vínculo de união na família.
O prazer de cozinhar
Onde os pais podem arrumar tempo para ensinar os filhos a fazer coisas na cozinha? Certa mãe sugere programar um horário em que haja o mínimo de interrupções. Se você tem vários filhos, talvez queira ensinar um filho por vez. Para isso, escolha uma hora em que os outros filhos estejam tirando uma soneca ou estejam na escola. Planeje gastar mais tempo do que se estivesse cozinhando só. E prepare-se para o prazer de ter um ajudante na cozinha!
Na primeira aula, deixe seu filho escolher algo que ele gosta de comer. Procure uma receita simples e rápida. Certifique-se de que inclua etapas que ele consiga fazer. Para que seu filho não fique inquieto ou entediado, faça com que ele arrume os ingredientes e utensílios de antemão. Você pode até preparar parcialmente alguns ingredientes para que a aula não seja muito comprida e aborrecedora.
Leia toda a receita com seu filho, mostrando-lhe como realizar cada etapa. Reserve um espaço para ele na cozinha: talvez uma gaveta com algumas tigelas e uns utensílios, e providencie um avental para ele. Em vez de colocar um avental feminino em um garoto, você poderia arrumar um avental de mestre-cuca. Logo de início, saliente a importância da segurança e estabeleça as precauções a serem tomadas na cozinha. — Veja o quadro “Lição número um: segurança”, na página 18.
Acima de tudo, torne a aula um prazer. Não faça de seu filho um observador passivo; faça com que ele lave as mãos e mantenha-as ocupadas na preparação da comida. Deixe que ele experimente fazer coisas novas e que faça perguntas. E se um prato não sair lá aquelas coisas, não se preocupe. Se foi o seu filho quem fez, ele provavelmente vai comer.
Na primeira aula, deixe seu filho escolher algo que ele gosta de comer. Procure uma receita simples e rápida. Certifique-se de que inclua etapas que ele consiga fazer. Para que seu filho não fique inquieto ou entediado, faça com que ele arrume os ingredientes e utensílios de antemão. Você pode até preparar parcialmente alguns ingredientes para que a aula não seja muito comprida e aborrecedora.
Leia toda a receita com seu filho, mostrando-lhe como realizar cada etapa. Reserve um espaço para ele na cozinha: talvez uma gaveta com algumas tigelas e uns utensílios, e providencie um avental para ele. Em vez de colocar um avental feminino em um garoto, você poderia arrumar um avental de mestre-cuca. Logo de início, saliente a importância da segurança e estabeleça as precauções a serem tomadas na cozinha. — Veja o quadro “Lição número um: segurança”, na página 18.
Acima de tudo, torne a aula um prazer. Não faça de seu filho um observador passivo; faça com que ele lave as mãos e mantenha-as ocupadas na preparação da comida. Deixe que ele experimente fazer coisas novas e que faça perguntas. E se um prato não sair lá aquelas coisas, não se preocupe. Se foi o seu filho quem fez, ele provavelmente vai comer.
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